Pastor e mais três pessoas são denunciados por golpe de pirâmide financeira

O pastor é presidente da Assembleia de Deus na cidade e está sobre investigação, podendo responder por vários crimes


Publicado em: 21/05/19 às 15:23 por Caio Rangel | Atualizado em 21/05/2019 às 15:23




O Ministério Público do Estado de Goiás (MP-GO), denunciou um pastor e mais três pessoas sob a acusação de aplicar golpes em várias pessoas por meio de um esquema conhecido como “pirâmide financeira”.

De acordo com as investigações, o grupo oferecia lucro na negociação de barris de petróleo. Portanto, os  investimentos eram feitos em uma falsa empresa. O valor estimado obtido por eles é de aproximadamente R$ 500 mil.

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Gersil Caetano Rosa, é pastor presidente da Igreja Assembleia de Deus na cidade Caiapônia, no sudoeste de Goiás. Segundo o MP também participavam do esquema o filho dele, Fábio Gomes Caetano, o escrivão da Polícia Civil Adolfo de Freitas Filho, e a fiel da igreja Patrícia Castro Bessa.

Entretanto, na manhã desta terça-feira (21), o advogado dos quatros denunciados se manifestou. Watson Nunes de Oliveira disse que não vai se pronunciar, por enquanto, sobre o assunto.

À TV Anhanguera, a igreja informou que também não ia comentar o assunto. Porém, a Polícia civil disse a emissora que o escrivão foi afastado da função.

Como funcionava o golpe

Segundo a denúncia o esquema existe desde 2016, e já enganou várias pessoas. As vítimas são de 4 cidades de Goiás, e uma do Mato Grosso.

Os “clientes” pagavam ainda um valor de R$ 120 por uma “taxa de participação”. Dessa maneira eles ainda alegavam que “as aplicações que estavam realizando eram seguras e não precisavam ter receio algum, pois os lucros seriam garantidos”.

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Pouco depois eles começaram a ser procurados por pessoas que não conseguiam resgatar o dinheiro. Para despistar os envolvidos alegavam que o site da empresa estaria com defeito e que os lucros seriam recebidos “brevemente”.

A merce de uma reposta, as vítimas voltavam a procurar os denunciados. No entanto eles alegavam  que “a empresa tinha quebrado” e não seria mais possível ressarcir o valor.

Os quatro denunciados devem responder por estelionato, associação criminosa e crime contra e economia popular.

(G1).




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