Pastora sugere cristão usar leite condensado na hora “H” e causa polêmica

A sugestão da pastora de não usar produtos de sex shop, mas usar coisas de dentro de casa não foi aceita por muitos internautas


Publicado em: 21/01/19 às 17:22 por Caio Rangel | Atualizado em 21/01/2019 às 17:22

Imagem ilustrativa (Reprodução)

O conceituado pastor Josué Gonçalves, publicou no final da manhã desta segunda-feira (21), um vídeo que vem dando o que falar nas redes sociais.

O post é de um trecho de uma entrevista que ele fez a pastora Ângela Sirino, e a legenda do vídeo já chama bastante atenção:“Vale tudo dentro de quatro paredes de um casal cristão? Pastora @angelasirinooficial explica…
Marque seu cônjuge nos comentários”!!!

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No vídeo o título é sobre um tema muito polêmico e que já causou muita discussão:“Casal Cristão pode ir no sex shop”?

A resposta da pastora para essa pergunta acabou causando polêmica entre os seguidores do pastor, e muitos internautas discordam da explicação dela.

Sobre cristão usar artigos de sex shop, Ângela respondeu com um texto bíblico que diz:“todas as coisas me são lícitas, mas nem tudo me convém”.

“Será que é conveniente? que tal monta um (sexhouse)? quer dizer, pegar coisas da sua casa…Por exemplo você brincar de usar leite condensado em algum lugar do seu corpo…Brincar com uma fruta não é”? responde a pastora.

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A sugestão da pastora de não usar produtos de sex shop, mas usar coisas de dentro de casa não foi aceita por muitos internautas.

Um seguidor questionou dizendo:“Usar produto comestível na relação sexual faz muito mal à saúde da sua região íntima. Pode causar infecção ao usar um leite condensado por exemplo…ele contém açúcar e vários outros produtos que podem irritar sua região íntima. Para isso existem os cosméticos sensuais. Para não dar o jeitinho brasileiro de usar o que é comestível nas partes íntimas. Antes de falar qualquer coisa, devemos analisar dentro do âmbito da saúde, o que pode, e o que eu acho que pode… #ficaadica”

Outra explicação que a pastora deu para não se usar uma fantasia de sex shop também foi questionada por outro seguidor.

Segundo a pastora Ângela não é aconselhável comprar um produto do sex shop porque não se sabe de onde veio.

Para essa afirmação outro seguidor respondeu:“Que dizer que minha esposa não pode usar uma fantasia porque ela não sabe de onde veio? você também não pode comprar nenhuma roupa, porque você não sabe de onde veio. Quanta ignorância”….

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Até o fechamento dessa matéria o vídeo já conta com quase 40 mil visualizações, e centenas de comentários, sendo que o que está intrigando é a sugestão a pastora de usar leite condensado na hora “H”.

 

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Vale tudo dentro de quatro paredes de um casal cristão? Pastora @angelasirinooficial explica… Marque seu cônjuge nos comentários!!! #sexo #casamento #familia #familiameumaiorpatrimônio #sexualidadenocasamento

Uma publicação compartilhada por Josué Goncalves (@prjosuegoncalves) em


Ângela é pastora, escritora de várias obras publicadas, palestrante, conferencista internacional e atua como Master Coach e psicanalista clínica. Presidente da organização MFD – Ministério Fazendo a Diferença, ela é autora do curso “Mulheres fazendo a diferença”.

Aline Barros presta depoimento na justiça após acusação de assédio moral

Cantora gospel Aline Barros (Reprodução)

A cantora gospel Aline Barros, prestou depoimento na 4ª vara do Trabalho do Rio de Janeiro, num processo em que é acusada de assédio moral por uma ex-funcionária. Rejane Silva Magalhães, que é ex-backing vocal da artista, acusa Aline Barros de tê-la demitido pelo fato de ela ter assumido ser homossexual.

O processo de número 0100956-67.2017.5.01.0004, segue em segredo de justiça, e já se arrasta desde junho de 2018, quando Rejane decidiu processar Aline Barros.

Entenda

Rejane Magalhães, alega que ao longo dos 10 anos que trabalhou com Aline Barros,  não recebeu férias ou décimo terceiro, mas foi a suposta causa de sua demissão que chamou a atenção de toda a mídia nacional.

Ela disse que Aline Barros à demitiu depois de descobrir sua homossexualidade, e pede na justiça a reparação do “prejuízo” que teve a partir de sua demissão. Ela alega que mantinha em segredo a sua orientação sexual, mas isso veio à tona depois de sua demissão, o que prejudicou sua carreira na música gospel com outros artistas.

Ela pede R$1 milhão em reparação na justiça do trabalho.

Depois que a notícia foi publicada e veiculada no G1, Aline Barros enviou uma nota ao site, esclarecendo sua versão sobre o caso.

Leia a nota na íntegra:

“Após tomar conhecimento do teor da matéria veiculada pelo site G1 no dia de ontem, sinto-me na obrigação de vir a público para refutar as alegações ali expostas. E o faço não somente em respeito ao meu público, mas, em especial, em respeito a todos aqueles que conhecem meu trabalho, minha índole, minha postura e minha fé.

Foi com enorme surpresa e decepção que, meses atrás, tomei conhecimento da existência da reclamação trabalhista movida pela Sra. Rejane Magalhaes que, efetivamente, prestou serviços eventuais de backing vocal em minhas apresentações no decorrer de alguns anos.

Nesse ponto cabe um primeiro esclarecimento: na ação, a Sra. Rejane alega lhe serem devidas férias, décimo terceiro salário e outras verbas mais, em razão de nunca ter tido sua carteira de trabalho assinada. Contudo, a afirmação não corresponde aos fatos, uma vez que NUNCA houve relação de emprego entre aquela profissional e minha empresa.

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A Sra. Rejane efetivamente atuou como backing vocal em minhas apresentações, mas sua atuação se dava unicamente quando sua agenda profissional era compatível com a minha e quando ela assim o desejasse, tendo ocorrido inúmeros apresentações sem sua presença, cabendo dizer, ainda, que durante todo esse período, a mesma atuava como backing vocal de outros artistas.

Ainda mais fantasiosa é a alegação de que nossa relação tenha se encerrado em razão de minha equipe ter tomado conhecimento da orientação sexual da Sra Rejane.

A escolha e contratação dos profissionais que atuam em nossas apresentações, seja aqueles que efetivamente compõe nossa equipe e possuem relação empregatícia conosco, seja aqueles que nos prestam serviços eventuais (caso da Sra. Rejane) se dá unicamente com base em sua capacidade e atuação profissional, não nos dizendo respeito os detalhes de suas vidas particulares, desde que tais detalhes não influenciem no objetivo geral dos eventos.

Aqueles que conhecem minha trajetória sabem da lisura e respeito com que trato os profissionais que comigo atuam, até mesmo porque, sem eles, nunca chegaria onde cheguei e a todos eles sou grata. Ademais, minha crença cristã jamais me permitiria agir de forma ilegal, desleal e/ou preconceituosa com quem quer que fosse, sendo absolutamente absurdas as alegações trazidas na ação judicial e novamente reproduzidas na matéria do G1 datada do dia 30/08/2018.

Por todos esses motivos, renovo aqui minha indignação contra os argumentos fantasiosos, maldosos e irresponsáveis que são apresentados naquela ação judicial, sendo certo que todos os pontos aqui mencionados serão alvo de provas e esclarecimentos que serão oportunamente apresentados em juízo, havendo, de minha parte, a mais plena convicção de que a JUSTIÇA e a VERDADE prevalecerão”. (Aline Barros).

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O depoimento de Aline Barros

De acordo com os autos do processo, Aline Barros prestou depoimento no dia 26 de Outubro, e negou que tenha demitido Rejane por essa razão. A audiência era conciliatória, mas terminou sem nenhum acordo.

Leia a íntegra do depoimento de Aline Barros:

DEPOIMENTO PESSOAL DA RECLAMADA ALINE KISTENMACKER BARROS
DOS SANTOS. INTERROGADA, DISSE: que a reclamante começou a trabalhar com a depoente após
o trabalho “Som de Adoradores”, acredita que em 2005; que a reclamante participava de 05/06 shows
mensais; que a duração de cada um era na média de 24 horas, incluído o deslocamento ida e volta e
passagem de som, retornando no dia seguinte; que em algumas oportunidades a reclamante não respondeu
positivamente à convocação para o trabalho; que “várias” vezes a reclamante não atendeu; que estima, em
média, uma vez por mês; que a prática era o pagamento do cachê ao final do evento, em espécie ou
depósito em conta-corrente; que o pagamento era efetuado pela empresa Gênesis; que nos últimos três
anos, em razão da crise econômica, não trabalha mais com backing vocals; que, durante 10 anos em que a
reclamante participou da banda, outros backing vocals também participaram, em duplas ou trios, por
exemplo, Paulo Zuquini e Paloma.

SEM MAIS,ENCERRADO.




Aniversariante do mês
Álvaro Tito

Cantor

53 anos


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