Pastor expulsa homem que foi ao culto vestido de mulher e militância LGBT não perdoa

O homem teria concordado verbalmente em seguir as regras da igreja, mas continuou se vestindo como uma mulher


Publicado em: 15/11/18 às 18:34 por Caio Rangel | Atualizado em 15/11/2018 às 18:34

Pastor Antonio Rocquemore (Reprodução)

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O pastor Antonio Rocquemore, do Ministério Internacional Power House, em Chicago, Illinois (EUA), virou alvo de críticas da militância LGBT,  depois que repreendeu um frequentador que foi ao culto vestido de mulher.

O momento em que o pastor repreendeu o homem foi filmado e acabou viralizando nas rede sociais. O pastor não recuou, e disse que o homem havia sido repetidamente avisado que ele não poderia se vestir como uma mulher durante o culto.

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O pastor interrompeu o louvor e apresentou versículos bíblicos que condenavam a postura do homem. “A presença do Senhor está aqui […] Se você parar de acreditar, representando alguma coisa, você vai se apaixonar por qualquer coisa. E Deus não pode se mover do jeito que Ele quer por causa do padrão. Ele estabeleceu um padrão. Fique ao seu lado, mesmo que isso custe a vocês amigos, porque vocês sempre serão aprovados pelo Céu. Eu estou em um ponto da minha vida em que prefiro que o céu esteja satisfeito comigo do que agradar as pessoas. Falar comigo ou parar não incomoda onde estou indo”, introduziu o pastor.

No momento seguinte, ele adverte os membros para serem cautelosos e pede que o homem vestido como mulher saia do templo. “Você pode deixar a minha igreja e colocar roupas de homem, e não venha mais assim, o que você faz lá fora é da sua conta, mas não vou deixá-lo vir assim aqui”.

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O caso repercutiu, e a comunidade LGBT saiu em defesa do homem que foi ao culto vestido de mulher. Em reposta as críticas que vem enfrentando, o pastor explicou.

Rocquemore disse que ele avisou sobre as regras da igreja e disse que ele não poderia “se vestir como uma mulher” no templo. O homem teria concordado verbalmente em seguir as regras da igreja, mas continuou se vestindo como uma mulher. No culto em que ele foi convidado a se retirar, o pastor disse que havia chegado ao seu limite.

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“Ele me desafiou publicamente e eu o desafiei de volta publicamente. Pedi ao jovem para sair. Não havia segurança tirando ele”, encerrou o pastor.

Assista ao vídeo.

Guerra interna na Igreja do Evangelho Quadrangular exige renúncia do presidente

Mario de Oliveira (Reprodução)

São muitas as heresias pregadas pelo presidente nacional da Igreja do Evangelho  Quadrangular, reverendo Mario de Oliveira, tantas ao ponto da Comissão de Ética Nacional da Quadrangular pedir a renúncia do pastor.

Durante a Convenção Nacional da IEQ deste ano, o reverendo foi acusado de ter pregado diversas heresias, e de continuar defendendo que está certo, ao afirmar por exemplo, que Jesus mentiu, ao pregar que existe pecado contra o Espirito Santo.

Sobre “Jó”, ele disse o seguinte enquanto pregava:”fiz uma pesquisa a respeito do livro de Jó e a conclusão dos pesquisadores é que Jó, na verdade, não foi um personagem real, foi uma coisa, uma história criada para alicerçar a fé, que é uma história boa e bonita”.

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Também disse que  “Ananias e Safira não existiram”, e colocou em xeque a conduta da fundadora da Igreja do Evangelho Quadrangular.

As declarações do reverendo foram mais que suficientes para desencadear a criação de uma petição pública, pedindo que o Conselho de Ética da Igreja, tomasse as devidas providências, mas o reverendo continua pregando heresias e defendendo suas teses.

Começou a circular em grupos de WhatsApp um áudio comprometedor que agrava ainda mais a situação do reverendo.

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No áudio Mario de Oliveira afirma que tudo que está na Bíblia já “caducou”, que o que diz a Bíblia não é para nós. A fala do pastor desencadeou um pedido de renuncia em massa, e a revolta de muitos fiéis que não aceitam mais o reverendo como presidente nacional da igreja.

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