Marco Feliciano: “No Brasil não houve ditadura, o que tivemos foi uma intervenção militar”

A declaração foi dada durante uma entrevista na rádio Jovem Pan


1 ano atrás | Caio Rangel



Jair Bolsonaro, Marco Feliciano (Reprodução Internet)

Na última sexta-feira (26), o deputado federal Marco Feliciano (PSC) concedeu uma entrevista na rádio Jovem Pan, e em suas palavras afirmou que não houve ditadura militar, ato que aconteceu no período de 1964 a 1985: “No Brasil, não houve ditadura. O que tivemos foi uma intervenção militar com apoio do Congresso, que nunca foi fechado”, disse o deputado.

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Acompanhe a postagem em seu perfil do Instagram, e ouça a sua declaração dada no programa Pânico da rádio Jovem Pan:

 

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Uma das entrevistadoras do programa Pânico perguntou: “Ninguém sofreu ditadura no Brasil?”. Feliciano respondeu: “Eu fiquei sabendo na comissão da verdade, criada por Luiza Erundina, que 436 pessoas morreram, 500 ou 600 desapareceram, isso em 22 anos de Regime Militar”.

Em continuação a sua fala, segundo Marco Feliciano: “Ditadura aconteceu na União Soviética com 30 milhões assassinados, na China mais de 65 milhões de assassinados, isso é ditadura, milhões sendo assassinados, campos de concentração. Aqui no Brasil?”.

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E continua sua declaração afirmando que as pessoas que morreram assassinadas durante a ditadura, eram os comunistas que soltavam bomba, matavam e seqüestravam pessoas.

Feliciano também lembrou da sua família, de quando viveu no período militar no Brasil: “Meu avô nunca falou de ditadura, nunca foi perseguido, nunca tomou uma borrachada de ninguém, porque era cortador de cana, trabalhava, cuidava da família dele, nunca teve problema com o exercito. Pelo contrário, eu me lembro da gente poder andar na rua, eu me lembro de você poder cumprimentar o seu pai, sua mãe”.

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Ainda dando continuidade a entrevista, o parlamentar expos que a verdadeira ditadura existe nos lugares que o PT apoia, como por exemplo a ditadura na Venezuela e na Angola, país africano que o deputado foi proibido de entrar, e desabafou: “Sou extremamente querido em Angola, porque lá tem uma igreja extremamente gigante. Eu fui proibido de entrar lá, por ser contra o PT”.

Ele finaliza sua fala sobre ditadura, declarando: “Quer ditadura, eleja o Haddad. Haddad sai do Brasil e fica a Manuela [D’avila, vice presidente do Fernando Haddad] como presidente, comunista. Imagina uma comunista governando o nosso país? Pronto aí nós temos um ditadura”.
Assista na integra o vídeo da entrevista que o parlamentar concedeu a rádio Jovem Pan, programa Pânico:

Haddad passa vergonha e cita versículo inexistente

Haddad (Reprodução)

Na reta final da disputa para ocupar o posto mais importante nos sistemas presidencialistas, o presidenciável Fernando Haddad (PT), tem adotado um discurso “mais cristão” desde o 12 de outubro, quando participou de uma missa em São Paulo. Contudo, ele deixa claras evidências que não possui nenhuma intimidade com o tema.

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Depois da repercussão sobre a bíblia que o candidato ganhou em um comício no Ceará, e foi encontrada horas depois no lixo, Haddad comete garfe durante entrevista ao programa “Roda Viva”. Questionado pelo apresentador Ricardo Lessa sobre uma frase que o inspirava, arriscou: “Quem salva uma vida, salva o mundo inteiro”, que segundo ele é bíblica.

A declaração serviu para confirmar a falta de intimidade que o presidenciável tem com as escrituras sagradas, e ainda foi motivo de muitas piadas na internet.

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Acontece que esse é um ensinamento do Talmude, comentário rabínico de leis e tradições do judaísmo. O petista ainda arriscou que estava “no Torá”, livro da lei judaica que constitui os primeiros livros do Antigo Testamento. O ditado tornou-se popular nos últimos anos por conta de uma das cenas mais emocionantes do filme “A Lista de Schindler”.

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Assista ao vídeo.




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