Depois de Aline Barros, Mara Maravilha também é processada por ex-funcionário. Saiba o motivo!

R$ 400.000,00 em indenização!


Publicado em: 31/08/18 às 15:13 por Thalita G | Atualizado em 31/08/2018 às 15:13


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A cantora gospel Mara Maravilha saiu recentemente de um programa no SBT, o “Fofocalizando”, devido aos “bate-bocas” com Lívia Andrade e Léo Dias, que também apresentavam o programa. A apresentadora foi afastada esse mês (Agosto), e para piorar a situação, ela está sendo processada por um ex-empresário.

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O processo foi impetrado por Leandro Bernal, o ex-empresário foi contratado com o objetivo de “alavancar” a imagem da cantora, que estava esquecida e passando por dificuldades financeiras. Bernal foi contratado em 2015, e afirmou que deveria ter ficado com Mara durante 5 anos, sendo assim, seu contrato só encerraria em 2020.

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Segundo a revista Veja de São PauloMara Maravilha não deu mais notícias após confusão criada durante sua participação em “A Fazenda”, reality show da Rede Record. Leandro Bernal tinha feito duas condições, “no programa, não beba e não brigue”, mas teve o pedido deixado de lado.

A cantora gospel, após o episódio, assinou com o SBT sem a consulta do seu empresário. O site Veja destaca uma declaração dada pelo ex-empresário: “Eu e minha mulher a tratamos como filha e nos sentimos traídos”.

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O motivo da impetração do processo foi, segundo Leandro, quebra de contrato e danos morais, sendo cobrado o valor de R$ 400.000,00 em indenização. A apresentadora foi procurada, mas não quis dar seu parecer a cerca da problemática. Entretanto, o site Jovem Pan, do UOL, contatou a assessoria da Mara:

“só quer se aproveitar da situação” – disse o assessor.

Cantora gospel que morreu de câncer deixou de ganhar milhões por decisão da justiça

LUTO

A cantora gospel Aretha Franklin, que chegou no auge de sua carreira com a música “RESPECT” faleceu aos 76 anos de idade em 16 de Agosto deste ano, vítima de câncer.

Aretha era considerada à “rainha do soul”, e somente a canção “RESPECT”, interpretada por ela, foi tocada aproximadamente 7 milhões de vezes e não teve nenhum retorno financeiro para a artista.

Ao saber da sua morte os fãs cantavam e davam ênfase à música como base para o movimento dos direito das mulheres. No mundo musical “RESPECT” por ter um marco simbólico, foi fundamental para a luta de uma conquista nos direitos autorais que há muito tempo vinha impossibilitando à artistas de pagamentos de Royalties segundo ativistas da causa.

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Foram os direitos autorais da época que trouxeram um desconforto à industria da música, as rádios pagavam somente aos autores e às associações de direitos autorais de uma musica e não aos artistas que a interpretam. O autor da musica “Respect” foi Otis Redding, a letra da música fala da existência de um homem pelo reconhecimento de sua mulher.

Aretha deu nova vida a melodia da musica,  que tornou-se um dos maiores sucessos de todos os tempos. O autor da canção, Otis Redding, faleceu em um acidente de avião em 1967, ele desfrutou financeiramente da música, ao contrario de Aretha, que nunca recebeu nada.

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Diversas tentativas foram feitas para que as leis viessem a mudar, porém todas elas sem sucesso, apenas confirmando o contexto da sua música que falava do quanto as leis eram injustas.

O presidente da associação da indústria musical que representava algumas gravadoras afirmou que “RESPECT” foi um dos pontos centrais para a luta dos direitos autorais. Na década de 90 as leis passaram a permiti que artistas  a recebessem Royalties da internet e de rádios por satélites, mas impossibilitava de receber direitos autoriais, se a música fosse gravadas antes de 1972, por causa de uma lei federal que entrou em vigor.

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Em 2014, surgiu um projeto chamado Lei Respect, que está no congresso e é chamada de Lei de modernização da música, e obrigaria os serviços digitais de radio a pagarem Royalties por musicas gravadas antes 1972, mas o senado se opôs trazendo assim revolta para os músicos. A Lei da Modernização, seria a forma de beneficiar artistas a receberem por musicas antes de 1972, mas o projeto mas uma vez sofre oposição no senado.

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David Lowery da Banda Craker, defensor dos direitos dos artistas, ao saber do tributo anunciado a Aretha, não ficou satisfeito e afirmou que a forma mais justa seria pagando a ela. Siriux XM fez acordo em pagar 3 anos às gravadoras mais de US$ 200 milhões pelas musicas criadas antes de 1972. Seria também uma forma de acordo de licenciamento, e que beneficiara artistas como Aretha, mas discordou do projeto de lei que isentava rádios de pagamentos.

RESPECT, surgiu num momento difícil da cantora, em uma mudança de gravadora entre a Columbia Records e Atlante onde se tornou mais vista deixando-a em 4º lugar nas paradas de sucesso. A cantora disse em entrevista ao “The Washington Post” em 1987, enfatizou que poderia interpretar melhor a canção. David Ritz diz em sua biografia que “Respect” fez parte de seus shows ao vivo em 1966.

O produtor Jerry Wexler em conversa com Ted White marido e empresário de Aretha, procurava músicas para a cantora e só aceitaria “RESPECT”,  se á cantora melhorasse a versão original. A musica passou por mudanças nas letras, o autor Redding cantava; “me traia, querida, se quiser/pode me trair, querida, enquanto eu não estiver.

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Aretha em sua interpretação cantava: “Não vou te trair enquanto você estiver/Não vou te trair porque não quero. O foco da música foi RESPEITO, foi chocante quando trouxe essa mudança na letra, ela expressava o poder da liberdade e o sentimento ao seu público. A música foi uma arma nas relações públicas, mas a interprete não se envolvia nessas questões. Aretha afirma que se sentiu explorada.

A Universal Music Plublishing Group, não quis informar valores arrecadados com o sucesso. Já uma fonte a Agência de licenciamento BMI informou que RESPECT, havia sido tocada aproximadamente 7,4 vezes nas rádios do Estados Unidos. O economista Barry Massarsky, especialista em catálogos musicais acredita que nos últimos 5 anos a música rendeu US$ 500 mil (mais de 2 milhões).

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De acordo aos Serviços de Streaming como o Sportify, as músicas velhas e novas é coberta de acordos de licenciamento que beneficiam artistas como Aretha. Os serviços abriram portas, o interesse cresceu pela música deste a morte da artista e o mundo inteiro pode ouvir sua canção.

No entanto a organização nunca foi favorável de se criar um royalty para artista que interpretam a música, há informações no site da organização, que na criação de um novo royalty minimizaria o número de artistas. Quem pode ser beneficiados são os herdeiro de Redding e ter grande lucros, a filha de Redding, Karla Redding Andrews apoia a lei que favorecem musicas criadas antes de 1972.

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O administrador do patrimônio Jeff Jampo, declarou que o problema financeiro de Aretha Franklin e Otis Redding está relacionado aos erros da industria da música. Em sua declaração, Jampo atribuiu que artistas trabalham como escravos para industria da música e que deveriam ser remunerados justamente, e que isso precisa ser mudado.

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