Como uma igreja brasileira tem 2 milhões de membros sem cobrar dízimos

Ela foi criada em 1910 e tem uma igreja em cada cidade do país


Publicado em: 28/04/18 às 18:59 por Thalita G


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Em meio a milhares de igrejas evangélicas que sobrevivem no Brasil com recursos oriundos dos dízimos entregues voluntariamente por seus membros, chega a ser quase irracional imaginar que alguma denominação consiga manter as portas abertas sem a tal contribuição dos 10%.

Respaldados pelo texto de Malaquias 3:10 (Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim nisto, diz o SENHOR dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós uma bênção tal até que não haja lugar suficiente para a recolherdes.) pregam com bastante convicção sobre as promessas contidas no antigo testamento para aqueles que se dispuserem a depositar no gazofilácio a décima parte do seu salário.

Um dos argumentos usados pelos lideres religiosos, é que, a igreja tem diversas despesas e precisam do dízimo para se manter. Contas de luz, água, aluguel, telefone e salários, precisam ser custeados e o dízimo é usado para cobrir estas despesas. Mas, e quando a igreja não prega o dízimo, como ela sobrevive?

Manter as portas abertas sem esse recurso mensal quase obrigatório, parece utopia, mas na verdade, é algo perfeitamente possível. Na verdade, essa é uma das doutrinas pregadas pela CCB (Congregação Cristã no Brasil).

Criada em 1910, por tanto, a mais de 100 anos, a CCB sobrevive de doações voluntárias. O dízimo é pregado por lá como uma heresia. Na verdade, eles se baseiam no seguinte texto do novo testamento: ”II Coríntios 9:7 : Cada um contribua segundo propôs em seu coração; não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria.”

+ 14 doutrinas exóticas da Congregação Cristã no Brasil.

Sem pedir ou incentivar a entrega dos 10% do salário dos membros, a CCB construiu um império. Em praticamente todos os municípios brasileiros tem uma congregação, e os prédios costumam ser próprios.

São cerca de dois milhões e trezentos mil membros, que contribuem voluntariamente para o crescimento e manutenção da igreja, um ótimo case que prova que é perfeitamente possível manter a igreja com as portas abertas, sem a necessidade do dízimo.

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