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Missionários contam experiências com tribo indígena em entrevista emocionante

O casal foi entrevistado pelo canal Vírus no Sistema

Publicado em: 11/11/17 as 8:19 por Thalita Guedes Fontes

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José filho e Naiane que são missionários entre índios Xavantes no interior do Araguaia a 06 anos, relatam que certo dia em passagem pelo Mato Grosso, visitavam uma tribo e naquela ocasião Deus os despertou para o chamado de missões entre indígenas, então deixaram tudo e partiram para cumprir o chamado de Jesus Cristo.

Esse é um dos assuntos abordados durante um hangout no canal Vírus no Sistema, do youtuber Eldimar.

Vale muito apena assistir o testemunho desses missionários.

A população indígena em nosso país chega a 616 mil pessoas, atualmente: 52% habitam nas aldeias e 48% em regiões urbanizadas ou em processo de urbanização. Ao todo, são 340 grupos étnicos: 121 conhecem pouco ou quase nada do evangelho, e 95 nunca ouviram falar de Jesus.

Na sociedade em geral, a presença missionária, de maneira especial entre os indígenas, suscita toda sorte de sentimentos, pois segundo os missionários existe um preconceito forte em relação a este povo, ainda são lembrados como bárbaros e agressivos.

Em alguns, são sentimentos de rejeição, que advém de um complexo de impressões e fatos históricos em relação à atuação missionária indígena desde a colonização, relembrando uma igreja que estava a serviço dos interesses políticos, imperialistas e colonizadores.

Em outros, o sentimento é do medo de quebra de culturas milenares, alguns usam o pressuposto de que qualquer atuação missionária é nociva à preservação cultural indígena. Mas segundo alguns missionários que atuam como José filho em algumas tribos a realidade é outra.

Mas já existe sim o reconhecimento da atuação da igreja que colabora com a valorização sociocultural e linguística e com a minimização do sofrimento humano, muitos já conseguem compreender que as motivações missionárias evangélicas para o relacionamento com as sociedades indígenas estão sendo igualmente respeitadas, pois motivação religiosa não deve ser confundida com imposição religiosa.

José Filho relata ainda que existem grandes dificuldades para uma atuação mais efetiva no evangelismo, ele se refere ao isolamento de algumas aldeias e a necessidade de itens básicos nestes lugares para o sustento das famílias nativas como também dos missionários.

O isolamento traz dificuldade de deslocamento para a missão, estes lugares são inóspitos e alguns realmente ainda desconhecidos, mas estes e outros missionários estão empenhados em alcançar essas vidas e fazem lembrar que existem vários meios de ser um missionário, dentre esses vários meios estão a oração e a contribuição voluntária.

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