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Caso Marco Feliciano: Saiba tudo que a Globo não mostrou

Publicado em: 11/04/17 as 16:27 por Micael Batista

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Patrícia Lélis, a estudante de jornalismo que ficou conhecida no Brasil inteiro, depois de ter acusado o pastor e deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP), de assédio e tentativa de estupro, se tornou ré no processo em que é acusada de extorquir um certa quantia em dinheiro do assessor do pastor Marco Feliciano, Talma de Oliveira Bauer.
O ministério Público (MP) acusou Patrícia Lélis do crime de denunciação caluniosa e de extorsão contra Bauer.
A justiça de São Paulo aceitou a denúncia e marcou  o interrogatório da jornalista para o mês de Maio.
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A 1ª Promotoria Criminal acredita que, Patrícia Lélis mentiu para a Polícia Civil quando disse que foi sequestrada por Bauer e  mantida em cárcere privado num hotel em São Paulo.
Na ocasião, o assessor de Marco Feliciano chegou a ser preso.Patrícia Lélis também foi acusada de cobrar dinheiro para gravar vídeos negando a acusação de que teria sofrido assédio sexual de Feliciano.

Para evitar que Lélis fizesse a acusação, Bauer teria pago R$20 mil a Lélis.
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A estudante de jornalismo acusou Marco Feliciano de tentativa de estupro.
O crime teria acontecido no apartamento dele em Brasilia, no mês de junho do ano passado.
Por ser parlamentar e ter foro privilegiado, o caso passou a ser investigado pela polícia do Distrito Federal. Patrícia Lélis já havia sido indiciada pela polícia civil, em setembro de 2016, pedindo inclusive a sua prisão preventiva.

À época, a Justiça e o MP não concordaram com a prisão dela.
A defesa da jovem pediu a anulação do inquérito policial, mas tanto a justiça quanto o MP, negaram.Já em 2017, vazaram áudios de Patrícia Lélis, alegando ter contato direto com o ex-ministro do Supremo Joaquim Barbosa, a ministra Carmen Lúcia e o ex- ministro Eduardo Fachin.

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