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Senador evangélico se “acovardou” em votação que aprovou casamento gay

Publicado em: 10/03/17 as 15:21 por Micael Batista

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O Senador Eduardo Lopes (PRB-RJ), envergonhou a chamada “Frente evangélica” no senado, após votar por “abstenção” no projeto que acabou sendo aprovado no CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado, que aprova a união estável entre pessoas do mesmo sexo.
O projeto é de autoria da senadora Marta Suplicy (PMDB-SP) e relatado pelo senador Roberto Requião (PMDB-PR), e altera pontos do Código Civil, que atualmente classifica como entidade familiar “a união estável entre o homem e a mulher”.

Eduardo Lopes é pastor da Igreja Universal do Reino de Deus e seu voto foi considerado uma “Covardia”, por muitos líderes religiosos e até mesmo, alguns colegas.
Sendo ele evangélico, ele deveria ter no mínimo se posicionado contra, e se mostrar a favor da família. Disse o pastor Enoque Batista, da igreja presbiteriana do Brasil em seu perfil no Facebook.
Veja a relação dos votos:

Senador Magno Malta

Senador Magno Malta
No dia da votação, o senador Magno Malta estava doente e se recuperando no hotel.
Com a ausência de Malta, o PLS 612/2011, teria muito mais chance de ser aprovado e foi imediatamente colocado em pauta, o que não estava programado para aquele dia.
Ao saber que o CCJ iria votar esse projeto, Malta, mesmo doente, se dirigiu até o senado, o que acabou sendo em vão, porque ao chegar no local, a comissão já havia aprovado o projeto de lei.
Porque então o senador Eduardo Campos não se manifestou, pedindo que esperassem pela chegada do senador Magno Malta que estava doente e à caminho?
Porque não avisou a Malta sobre a votação?
No dia da votação, o presidente da frente evangélica era o deputado João Campos, que também é do PRB. Se Eduardo Lopes tivesse informado ao presidente da frente evangélica e aos deputados do seu partido, certamente teriam conseguido parar a votação e adiar para outro dia.
E por fim, como um pastor evangélico, eleito com o voto de famílias cristãs, prefere cruzar os braços diante algo tão sério, e que é tão combatido pelos líderes e políticos religiosos?
Pense nisso em 2018.
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