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Assembleia de Deus de Joinville “Mente” e nega vínculo com pastor preso

Publicado em: 15/02/17 as 20:55 por Micael Batista

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A Igreja Assembleia de Deus de Joinville-SC, IEADJO, iniciou uma campanha para desvincular o nome da instituição ao do pastor Edilson Turato, preso na última terça-Feira por homicídio e falsidade ideológica.

 

Vários sites de noticias gospel e policial, publicaram sobre a prisão do pastor, e naturalmente informaram de que igreja ele supostamente era membro.
A assessoria da igreja divulgou uma nota de esclarecimento sobre o caso, onde nega abertamente qualquer envolvimento de Edilson Turato com a igreja evangélica Assembleia de Deus de Joinville.
Leia:

“Diante do fato do envolvimento do nome da Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Joinville, quando da prisão do Sr Edilson Turato, dizendo ser pastor da mesma, queremos esclarecer que: “O Sr Edilson Turato não é membro e nem tem vínculo nenhum com a IEADJO.”
Outro porque, se tenta vincular é, pelo fato dele estar no estacionamento da IEADJO na hora de sua prisão, quando o mesmo chegava para assistir ao culto, assim como fazem centenas de pessoas todos os dias.
A Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Joinville está isenta de qualquer responsabilidade sobre o ocorrido com Sr Edilson Turato.

Ilze Moreira
Assessora de Comunicação – IEADJO”

O Fuxico Gospel teve acesso a uma foto recente, em que o pastor Edilson Turato aparece no altar da igreja sede, da Assembleia de Deus em Joinville.
Ele está ao lado de outros pastores, em um lugar especifico para pastores.
Pastor Edilson Turato na assembleia de deus
Pastor Edilson Turato na assembleia de Deus em Joinville
Como todos sabem, a Assembleia de Deus é bem metódica nesse quesito, não é qualquer pessoa que pode subir e sentar no altar durante os cultos.
Sendo assim, algumas perguntas precisam ser feitas.
Como a IEADJO diz que Edilson Turato não tem nenhum vínculo com a igreja, e permite que ele fique no altar?
Possível argumento: Talvez ele tenha sido convidado apenas aquele dia para pregar.
Sendo assim, por que na nota sequer o citam pelo título de pastor, usando apenas o pronome de tratamento “Senhor”?.
Teria a IEADJO mentido sobre isso, apenas para não ter o nome envolvido no escândalo do pastor preso?
Muitos fiéis comentaram na página da igreja, que ele era pastor “SIM”, contrariando a declaração oficial.

 

 

O que você acha da atitude da igreja? Comente.
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