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Mazzoterapia – Fábio Mazza Fala Sobre Funk Gospel

Publicado em: 13/07/13 as 19:53 por Micael Batista

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Não é mais novidade pra ninguém que o mundo artístico gospel sobrevive de plágios.

O que não consigo entender, é o porque de tanta gente consumindo aquilo que é descaradamente copiado. E pior, control C control V de tudo aquilo que é condenado fora da igreja.

Então, não repudie hoje o que vai abraçar amanhã. Parece que tudo o que era pecado, passou a ser liberado, e logo, veio ser essencial, para manter pessoas nos âmbitos ditos cristãos. Já que não posso ir no baile funk lá, fazemos nosso baile funk aqui???? Se for por isso, tudo bem, mas esperar um sucesso secular estourar para fazer uma cópia emporcalhada versão gospel, não rola!

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Indo direto ao assunto, o créu virou céu, o show das poderosas( Mc Anitta) agora é culto das senhoras, e por aí vai a falta de talento e criatividade dos nossos queridos sem – noção.

Que se levantem os advogados dos artistas (que são muitos), mas pelo menos eu estou constatando o que digo. A última coisa tosca que ouvi foi o lek lek gospel..sem comentários.

O complexo de inferioridade se transformou na vontade de querer ser igual, porém com a desculpa esfarrapada de transformar maldição em benção.

Daqui a pouco é Jesus rebolando até o chão, o Reino vai pra vala e a gente vai ficando por aqui mesmo, porque ninguém mais fala em salvação, o que importa é fazer sucesso e ganhar dinheiro, mesmo que seja dessa forma deplorável e escrota que essa cambada arrumou de representar o evangelho na base da reciclagem.

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Fazer o que? Quem sabe cria, quem não sabe copia. Não é à toa que por causa destes, eu tenho que ouvir calado sobre a falta de cultura no mundo evangélico. Infelizmente, são esses que mais se evidenciam, como se todos os cristãos tivessem as cabeças ocas, representados por essa diarreia mental.
Fábio Mazza é músico, seminarista teológico e agora o mais novo colunista deste site, esse carioca de 29 anos promete causar turbulência com seus cometários nada convencionais sobre tudo o que rola de bom e ruim no mundo evangélico.”

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