Pastor da “igreja da maconha” será julgado por tráfico


Publicado em: 10/01/13 às 13:11 por Micael Batista


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A Justiça da cidade de Americana , São Paulo, sequestrou os bens do líder da Primeira Igreja Niubingui Etíope Coptic de Sião do Brasil. Ela é chamada de “igreja da maconha” e foi fundada por  Geraldo Antonio Baptista, 53 anos. do religioso, incluindo o imóvel que é sede da Igreja, não podem ser vendidos antes dele ser julgado pela Justiça.
Marlene Martins, esposa de Geraldinho e uma das responsáveis pela igreja desde que ele foi preso, a rotina dos cultos não foi alterada. “Perdemos nossa liderança, então o movimento cai um pouco. Muitos universitários, principalmente, ficaram com receio após a prisão. Mas continuamos funcionando normalmente”, ressaltou.
O Ministério Público não se pronunciou sobre o caso, mas sabe-se que a próxima audiência do caso ocorrerá dia 17 de janeiro.
A defesa alega que Geraldinho cultivava maconha para uso religioso, algo permitido pela legislação brasileira. A droga seria consumida apenas em ocasiões de culto. O argumento pela liberação é o mesmo usado pela religião do Santo Daime, que usa nas cerimônias um chá elaborado com a erva alucinógena ayahuasca.
“Nossos advogados são os mesmos, e nosso objetivo é provar que podemos usar a cannabis ritualmente”, explica Marlene.
Enquanto isso, Marlene e os seguidores  da “igreja da maconha”, além de simpatizantes da causa, têm se mobilizado pela internet numa campanha em favor da libertação de Geraldinho.
Mais de 3.200 pessoas já assinaram uma petição online, que pede a libertação do líder preso e advoga a liberdade religiosa no país.  Os advogados de Geraldinho já adiantaram que, durante o julgamento, mostrarão como a maconha pode ser usada de forma ritual nos cultos da igreja. Eles entendem que a Justiça não desrespeitará o item da Constituição que garante liberdade religiosa aos brasileiros.
“Nosso objetivo é defender não só a liberdade do Geraldinho, mas também a liberdade religiosa, garantida a todos os brasileiros pela Constituição”, finaliza Marlene. “O uso cerimonial da cannabis [nome científico da maconha], que para os adeptos da cultura Rastafári Niubingui é sagrado.”. As informações são do UOL.
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